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24.4.14

"friends"

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Just friends
estamos meio assim. 
já lhe disse que para me reconquistar preciso de muitos miminhos, provas de amor e um pedido à séria. não conseguimos ser apenas amigos...

23.4.14

não sei

hoje faríamos 18 meses.
não estamos mal nem bem. nem juntos nem separados. nem sei bem. 

16.4.14

respeito

não te peço mais nada, apenas que me respeites. mas nem isso tu sabes fazer. 
it's time to move on, i know.

15.4.14

"solteira de fresco" escrito na testa

parece que tenho "solteira de fresco" escrito na testa. a sério. já vieram falar comigo, meter conversa, habituais bate-coro. coisa que eu não acho piada nenhuma. frases feitas? não me parece. quem me queira conhecer terá de fazer muito mais. o meu coração está trancado, a sete chaves e durante uns bons tempos.

14.4.14

descreveu-me na perfeição

"daí ela se lembrou de como é ser forte. ela enxugou suas lágrimas e sorriu. sim, sorriu, porque ela sabe que algo melhor está por vir. ela sabe."
acabou. a minha relação acabou. por mais que custe, tinha de ser. é melhor assim.

10.4.14

nada é como antes

Dreamer | via Tumblr
não posso ser a única a esforçar-me. sinto falta do teu habitual carinho, do teu habitual amor. de não ter de pedir nada disso. parece que já não me amas com antes. não demonstras como antes. não me beijas como antes. não me abraças como antes. não me mimas como antes. não me confortas como antes. nada é como antes. o que tenho de fazer para te ter de volta? para recuperar o rapaz por quem me apaixonei? o que tenho de fazer? já tentei de tudo. mas mal uma discussão se aproxima e eu te falo das minhas inseguranças, tu começas a responder mal, irritado, sem paciência. eu tento apoiar-te e compreender-te, mas não posso ser sempre eu. estou um bocado cansada.
desliguei. recomecei a chorar. estava farta, cansada. as lágrimas fartas escorriam-me pelo rosto. já não chorava há dias, estava apenas a libertar-me. a libertar-me dos fantasmas que insistiam em atormentar-me. os meus próprios fantasmas. entre lágrimas, queria tomar uma decisão. pôr um ponto final. mas sabia que nenhuma decisão daquela grandeza podia ser tomada de cabeça quente. era demasiado importante. na verdade, sempre preferi tomar decisões assim, quando a coragem mora no meu coração, e a raiva me faz dizer tudo aquilo que penso. mais tarde, acalmo-me e arrependo-me. mas lá no fundo, sei que agi corretamente. tenho vários “eus”. a “eu” verdadeira só se liberta em situações drásticas, depois de vários minutos a chorar convulsivamente. naquela altura tenho coragem de falar, de dizer tudo aquilo que está dentro de mim, coisas certas e erradas. tudo aquilo que me atormenta é libertado e transformado em palavras que magoam quem as ouve. não gosto de magoar pessoas. mas porque é que as pessoas insistem em magoar-me a mim? não têm em conta o que eu penso, o que eu quero, o que eu faço. nada disso importa. só elas. vivemos numa sociedade egoísta e egocêntrica. ele próprio é assim. qual é a necessidade de me tratar mal? de gritar comigo? de me fazer sentir a pior pessoa do mundo, a mais insegura? não seria obrigação dele consolar-me, apoiar-me, levantar-me a auto estima e não ao contrário? então porque é que, quando estou com ele, falo com ele, só me sinto mal? porque é que já evito fazê-lo? será o amor a desaparecer? estará ele disposto a reconquistá-lo? tantas perguntas. nenhuma resposta. e se eu não aguentar mais viver assim? e se um dia, naqueles momentos maus, depois de estar horas a fio a chorar, eu simplesmente disser “acabou, não quero mais isto”? fará alguma diferença?

9.4.14

destino

por vezes penso no destino. no que ele me reserva. e as maiores questões que coloco a mim própria são se eu estou realmente destinada a ficar com as pessoas com quem estou. não suporto mais perdas.

amores

tenho uma relação bastante longa. tão longa como complicada. somos tão diferentes que acabamos por discutir por tudo e por nada. a resolução, para muitos, seria o fim. mas o problema? somos loucos um pelo outro. o amor que nutrimos não nos deixa desistir e ajuda-nos a ultrapassar cada obstáculo. se sou feliz? não a 100%. mas ele faz-me feliz. se quero desistir? nunca. acredito que um dia, iremos superar tudo. juntos. não imagino ninguém a fazer-me mais feliz que ele.